GENTE QUE FAZ A DIFERENÇA

Débora Knittel é autora dos livros infantis

Nasceu em Santos, São Paulo e vive em Salvador, Bahia com sua família. Formada em Pedagogia e especializada em Psicopedagogia, é autora dos livros infantis “Margarida bem-me-quer”, “Saíra sete cores” e dos livros dedicados ao público jovem: a trilogia de ficção fantástica intitulada “Eclipse da Lua Azul” com os livros “Eclipse da Lua Azul – Mundo Humano” e “Templo de Gelo – Mundo Angelical” e o próximo sobre o Mundo Elemental que será lançado em 2016, todos publicados pela Solisluna Editora. Com o desejo de também ilustrar seus próprios livros, Débora fez o curso básico de desenho, com a gente.

Aprendi que o desenho necessita de amor, entrega, dedicação, paciência, zelo e disciplina. Como os nossos sonhos que também precisam disso para serem transformados em realidade.
Você ensina não apenas com palavras, mas com seu exemplo de educador apaixonado, talentoso e com muita vontade de transformar todos a sua volta. Diante de meus olhos pude ver a transformação de um grupo em tão pouco tempo e com muita alegria pude fazer parte desse momento.
Uma etapa foi concluída, não vejo como um final, mas sim como um começo. Seguiremos fortalecidos pela experiência, com um novo olhar, com a certeza de que somos capazes e com o carinho dos novos laços de amizade.
Para você, o nosso grande mestre, deixo o meu sincero agradecimento e uma linda benção irlandesa.

” Que você caminhe sempre sob a força dos céus, sob a luz do sol, sob os raios da lua. Que você caminhe sempre com o esplendor do fogo, com a velocidade do trovão, com a rapidez do vento. Que você caminhe sempre apoiado pela profundidade do mar e pela firmeza da rocha. E assim caminhemos todos nós.”

ZAGA no universo da tatuagem

Como aluno, ele trouxe seu esforço desde a infância em não deixar morrer o desejo de desenhar, com isso trouxe uma certa desenvoltura no desenho. Contudo em seu processo autodidata teve o equívoco, como a grande maioria dos leigos o vício de desenhar copiando. Mas dentro da nossa metodologia aos poucos ele foi se libertando dos modelos rígidos, e partindo para o campo mágico e maravilhoso da criação. Hoje em dia é um exímio tatuador e continua sua formação na pintura, estudando as técnicas dos antigos mestres do renascimento. Seu desempenho na pintura clássica tem lhe dado segurança para se aventurar nas tatuagens coloridas. Antes de cada tatuagem ele faz um estudo minucioso, cria junto com seu cliente sua futura e eterna tatuagem.

Como aluno, ele trouxe seu esforço desde a infância em não deixar morrer o desejo de desenhar, com isso trouxe uma certa desenvoltura no desenho. Contudo em seu processo autodidata teve o equívoco, como a grande maioria dos leigos o vício de desenhar copiando. Mas dentro da nossa metodologia aos poucos ele foi se libertando dos modelos rígidos, e partindo para o campo mágico e maravilhoso da criação. Hoje em dia é um exímio tatuador e continua sua formação na pintura, estudando as técnicas dos antigos mestres do renascimento. Seu desempenho na pintura clássica tem lhe dado segurança para se aventurar nas tatuagens coloridas. Antes de cada tatuagem ele faz um estudo minucioso, cria junto com seu cliente sua futura e eterna tatuagem.

A prática de marcar de forma definitiva o próprio corpo, começa na antiguidade egípcia e atravessa toda história da humanidade, a princípio por ritos religiosos. Mas foi no ano 1769, que o vocábulo tatoo recebe sua primeira explicação etimológica. Um capitão inglês, conhecido por James Cook, ao chegar no Taiti incorporou em seu vocabulário o termo usado no local“tattow”, para definir o ato da pratica de pintar a pele. No fundo, esse termo é a reprodução sonora, do ato de aquela época, se perfurar a pele pintando, usando ossos perfilados como agulhas e sendo batido por pressão de um pequeno martelinho. Depois o termo, evoluiu à “tatau” e por fim foi vulgarizado pelos marinheiros. Em 1879 a Inglaterra passou a marcar os criminosos com tatuagem, levando assim ao ocidente que a tatuagem tinha uma conotação de fora da lei.

 Hoje porém a motivação para os cultuadores dessa prática é ser uma obra de arte viva e temporal tanto quanto a vida. Uma lesão corporal sem volta absoluta. Por isso buscar um artista qualificado e não escolher temas copiados é uma dica para a reflexão de que quer dar esse passo.  Aqui apresento nosso aluno Anderson”Zaga”. Ele sim como artista não copista e muito bom desenhista pode permitir que esse passo traga pelo menos o consolo de uma bela expressão estético de boa qualidade técnica.

TRIGO, um destaque local da Arte Urbana

Geferson, nosso ex-aluno de desenho e pintura, mal podia imaginar que ao se entregar às essas duas formas de expressão conseguiria realizar seu grande sonho que era gaffitar em paredes e muros de terras distantes. É muito interessante perceber ao longo dos anos de experiência que para alguns, esse novo olhar adquirido com o desenho pode operar grandes mudanças.

 Ele sempre se destacou dos demais, não por ser o que trazia uma grande base no desenho ou muito talento desperto, mas sim graças ao seu grande esforço. A cada desenho elaborado por ele, era ima grande mudança. No caso dele, a transformação foi visível. Que bom, hoje podemos falar de sua evolução com alegria.

Em 2017, ele foi convido por organizadores, para participar do Encontro Internacional de Arte Urbana de Wiesbaden/Alemanha, com direito a eventos afins na cidade do Porto/Portugal. Agora que já inaugurou seu passaporte, espero que ele possa consolidar-se no cenário da “Street Art”. Na sua comunidade em Portão,Lauro de Freitas/BA, ela já se tornou um bom exemplo e modelo e ensina aos alunos da região os segredos da arte de graffitar.